Fogo do amor

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Acautelemo-nos da frieza do coração.

Não permitamos que o fogo do amor existente em nossos corações esfrie-se pelo iceberg do ódio, da incompreensão, do egoísmo, da vaidade e do orgulho.

Muitas vezes permitimos que as nossas idéias centrais sejam acrescidas, por entidades que se consorciam conosco, de telas mentais que nos impulsionam ao mergulho nas nossas próprias inferioridades.

Quantas vezes, no convívio com aqueles que por imperfeição nos colocam em provações, passamos a utilizar de recursos menos dignificantes, esquecendo-nos do perdão, apregoado pelo meigo Nazareno.

Busquemos a prática do vigiar e orar, para que as nossas atitudes sejam pautadas nas premissas do amor.

Quantos males podemos evitar para nós e para aqueles que nos cercam, fazendo dos nossos atos emanações do verdadeiro amor; aquele que busca a harmonia e a paz e oferta o perdão incondicional.

Se todos nós, no convívio com a humanidade, influenciamos e somos influenciados, e convivemos com as ondas mentais que nos são afins, busquemos modificar as nossas disposições mentais para que nos consorciemos com aqueles que buscam ofertar à humanidade a paz e o amor.

Não permitamos assim que os nossos corações se transformem em pedras de gelo, onde todas as virtudes ficam entorpecidas e colocadas em segundo plano.

Miguel Delavini

(Mensagem psicografada por Paulo Guedes)