Semana Santa

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Entre todas as datas do calendário cristão, nenhuma se compara em grandiosidade as que marcam o calvário e o ressurgimento do Cristo de Deus.

A humanidade, mergulhada na chaga do egoísmo, condena ao madeiro infamante Aquele que viera iluminar o mundo.

Quantas dívidas assumem os homens daquela época!

Jesus, sabedor das angústias que adviriam do ato impensado, roga ao Pai de misericórdia perdão aos seus algozes.

Divisa do alto da cruz a ausência dos discípulos amados, com a exceção do jovem João.

Em torno da cruz, os representantes de César e do Sinédrio e poucas mulheres que choravam o destino do Divino Mestre.

Baixa ao sepulcro na sexta-feira que antecede a Páscoa e apresenta-se a Maria, aquela de Magdala que ele havia libertado, comprovando a perpetuidade da vida.

Diz-lhe: “não me toques, mas vá aos meus amados e diga que estou vivo”.

Aparece aos discípulos e os torna destemidos trabalhadores do amor.

Não mais o medo da morte, agora que Ele, o Cristo de Deus, provara através da sua via crucis que a vida é eterna, o que temer?

Nesta semana de suma importância para todos nós, os caminhantes da vida, em meio às dores, sejamos tocados por Ele, como os seus discípulos o foram, e façamos a nossa transformação perante a vida.

Irmão Cândido

(Mensagem psicografada por Paulo Guedes)