O Amor E O Perdão

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“E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoarmos aos nossos devedores”
(Mateus, 6:12)


Quão sublime é ato de perdoar!

É pelo amor que demonstramos a perfeita sintonia com os designíos de Deus.

Necessário nos é amar com toda a acepção da palavra, para encontrarmos dentro de nós o sustentáculo preciso à prática do perdão.

Não olvidemos da rogativa de Jesus, para perdoarmos setenta vezes sete aos que nos ofendem.

No amor aos inimigos está inserido o perdão incondicional das atitudes impensadas, praticadas por aqueles que não alcançaram a sublimidade do raciocínio.

É no amor que haurimos forças para retribuir com carinho àqueles que nos ferem na estrada da vida.

Lembremos que quase sempre somos ou fomos os causadores das desigualdades sociais em que o mundo está mergulhado.

Pensemos no que já fizemos para tentar amenizar o ódio que se encontra em expansão nos corações desses infelizes.

Quanto tempo já perdemos cultivando o ódio!

Somos responsáveis diretos pelos atos praticados no mundo. Se não o fazemos hoje, havemos de tê-lo feito no passado.

Sejamos conscientes das nossas dívidas para com a humanidade. Coloquemo-nos sempre como devedores, e não como credores que tudo pedem sem nada dar.

Bem-aventurados seremos quando, no mundo, somente houver o amor nos corações dos homens.




MIGUEL  DELAVINI
(mensagem recebida por Paulo Guedes )